sábado, 31 de março de 2012

Ateu Cagão foge de um debate sobre a existência da criação!

Antes e ver o vídeo, gostaria de um tempinho para quem não sabe o que se passa. 
O ateu o qual você verá no vídeo abaixo não é apenas um idiota que fica se achando que sabe e dizendo que "Deus não existe". Vamos dizer que ele é "da turma da pesada" entre os 'perdeus' (minha sátira aos que dizem que não crem no seu próprio Criador). 

O caso é que o ateu apresentado como "grande" entre essa comunidade de idiotas é um evolucionista (ou seja, acredita que tudo veio do nada e sobre que as espécies evoluem, e blá blá blá de porcariadas as quais você que acredita nisso,  recomendo que veja o que eu falo e mostro em O HOMEM REALMENTE EVOLUIU, DO PÓ E DA CINZA).
Livro "Deus, um delírio" - um ataque direto aos cristãos

O nome desse ateu é Richard Dawkins, autor do best-seller Deus, um Delírio,.o qual faz ataque direto a Deus como cita. Para quem não leu o livro, basta apenas uma conferida que retirei do site PSTU - O Ateísmo arrassador (kkkk, essa eu vou até pedir pro meu irmão gêmeo transformar em um dos assuntos nas Maiores Mentiras da Humanidade, kkkk).

Vamos lá, vale perceber que fiz uma nota sobre assuntos que talvez você não possa entender sobre a obra desse ateu, após ler a resenha, veja porque ele fugiu de um debate contra um cristão:

"Richard Dawkins pertence a um seleto grupo de cientistas cuja honestidade intelectual está muito acima do nível sórdido em que são feitas concessões à opinião pública em troca de dinheiro e popularidade fácil. Nas páginas de Deus, um delírio o leitor encontrará uma crítica severa e surpreendente contra aqueles que, por conveniência ou covardia, cederam à pressão do público leigo e das editoras e deram às religiões um espaço nobre entre as realizações intelectuais humanas. Os dois principais alvos desse ataque “principista” são Stephen Hawking, que de maneira cínica inseriu “a mente de Deus” em sua Breve História do Tempo e o também biólogo (aclamado entre o público marxista) Stephen Jay Gould, que em sua obra Pilares do Tempo fez concessões à religião.

Deus, um delírio é a prova viva de que um best-seller não requer capitulações. Seguindo a tradição de grandes pensadores e divulgadores da ciência como Carl Sagan, autor, dentre outros, do sensacional O Mundo assombrado pelos Demônios, Dawkins mostrará ao leitor a última palavra da ciência em oposição ao obscurantismo *criacionista, ao fanatismo judaico-cristão, ao fundamentalismo islâmico e a todas as formas de pensamento místico.

(*Nota do Rodrigo: para quem não sabe, criacionista são para os ateus, todos aqueles que acreditam que Deus criou o mundo, pois querem comparar a bíblia com o que chamamos de sua teoria do big bang)

Uma das novidades dessa obra em relação ao livro citado de Carl Sagan é a crítica sagaz e bem-humorada do **design inteligente – o “criacionismo num smoking vagabundo”. Richard Dawkins domina a lógica da argumentação. O leitor dará boas risadas ao perceber as falácias triviais contidas nos argumentos supostamente sofisticados como o da “complexidade irredutível”. Há vários outros temas interessantes na obra, como a possível explicação biológica (evolucionista) para a vulnerabilidade humana às religiões, o caráter relativo e certamente não religioso da moral, dentre outros.

(**Nota do Rodrigo: desing inteligente ou desenho inteligente, é uma tese em que cientistas cristãos criaram para acabar com a teoria do big bang e da teoria da evolução dos ateus. Nela diz que tudo foi criado a partir de um criador, houve-se um projeto, um desenho para todas as coisas. E como sabemos, isso nem precisa dabíblia para provar que é verdade. Deus criou o céu e a Terra^_^)

Mas Dawkins não é um político revolucionário. Por essa razão, apesar do caráter extraordinariamente salutar de sua obra, percebe-se facilmente a existência de algumas lacunas. Exemplo: exceto pela descrição de um experimento destinado a demonstrar o chauvinismo das crianças israelenses, não há uma única menção ao ***sionismo no texto, apesar de haver extensas passagens dedicadas aos crimes cometidos em nome das religiões. Terá sido uma omissão tática? Por outro lado, certos conflitos militares e políticos têm suas causas reais obscurecidas diante da “causa” aparente das religiões. O leitor não terá, contudo, dificuldades para distinguir a essência da aparência.

(**Nota do Rodrigo: sionismo é o falso-judaísmo)

Lacunas à parte, a obra é referência obrigatória para militantes e ativistas dos movimentos sociais. Numa época em que o assalto imperialista ao mundo semicolonial volta a ser feito em nome de uma luta do “bem contra o mal”, é sempre bom possuir argumentos científicos contra os ladrões que fingem falar em nome de um suposto deus.

Agora veja, e se possível repasse esse tópico!




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